Skip to main content

A cadeira Codornas, assinada por Pedro Ávila, é mais do que mobiliário: é um marco na trajetória do jovem designer e o início de uma parceria inédita com a Artesian.

As passarelas e fechamentos da Pinacoteca de São Paulo serviram de inspiração para a criação de uma cor exclusiva para o projeto: o marrom microtexturizado. O museu mais antigo da cidade passou por um retrofit premiado pelas mãos de Paulo Mendes da Rocha, referência que guiou cada detalhe da linha. O Fitó também faz parte dessa história: sua operação se estende para o edifício anexo do museu, a Pina Contemporânea, assinada pelo escritório Arquitetos Associados em parceria com Silvio Oksman.

A cadeira Codornas integra um conjunto de mobiliários desenvolvido pela Artesian especialmente para o restaurante, que inclui sofás, mesas laterais, mesas para refeições, bancos e banquetas. Produzida em aço carbono com acabamento em lona encerada, a peça traz ainda a delicadeza de um detalhe quase poético: o pequeno ovinho de codorna, uma sutileza que reforça o espírito autoral da coleção.

Mais do que atender a um projeto, a linha traduz um share de cultura entre design, gastronomia e arquitetura. Um encontro potente entre a identidade da Artesian e o pensamento escultórico de Pedro Ávila, nome em ascensão no design contemporâneo.

Nascido em Brasília, Pedro Ávila construiu sua trajetória com um olhar voltado para o caráter escultórico dos objetos. Passou pelo Estúdio Orth, desenvolveu projetos para marcas como YouTube, Vitacon e Ambev, fundou o e-commerce Noda e, em 2020, foi reconhecido pela Forbes Under 30 como um dos talentos do design.

Hoje, segue explorando técnicas manuais e industriais em coleções autorais que transitam entre arte, arquitetura e mobiliário. A cadeira Codornas é mais um capítulo dessa história em movimento. Um sinal claro de que seu nome seguirá em ascensão no design brasileiro.

WhatsApp